domingo, 9 de novembro de 2008

Dois terços dos ursos polares vão desaparecer


Até 2050 o mundo perderá dois terços da população atual de ursos polares por causa do aquecimento global, que está derretendo o gelo no Pólo Norte. O alerta foi feito pelo órgão de pesquisas geológicas dos Estados Unidos nesta sexta-feira (7) a partir de dados obtidos por cientistas americanos e canadenses em seis meses de novos estudos.

Os pesquisadores estudaram a saúde de três grupos de ursos polares, levando em conta a dependência deles do mar Ártico. E concluíram que até 2050 os ursos polares vão perder 42% da área que têm disponíveis para viver durante o verão no Pólo Norte, onde eles caçam e se reproduzem.

O Secretário de Interior dos Estados Unidos Dirk Kempthorne precisa decidir em janeiro se inclui os ursos polares na lista de espécies consideradas “em perigo”, a categoria mais alta de proteção federal nos Estados Unidos. Em dezembro do ano passado, Kempthorne já havia elevado o nível de proteção à espécie, colocando-a na lista de animais “ameaçados”, o segundo mais alto. Os ursos polares precisam das plataformas de gelo para caçar focas, que são sua principal fonte de comida. Mas o aumento das temperaturas tem deixado o gelo fino demais para que eles possam caminhar. Outra organização, a World Conservation Union, da Suíça, estimou que atualmente há entre 20 mil e 25 mil ursos polares no Ártico, ameaçados pelo derretimento do gelo, pela poluição, pela caça, pelo desenvolvimento e pelo turismo.

Tartaruguinha siamesa


Animal da espécie tigre d'água foi encontrado na natureza por um coletor de animais.
Loja de animais cuida do quelônio, que provavelmente seria predado em seu habitat.

Uma tartaruguinha da subespécie tigre-d'água-americano (Trachemys scripta elegans) surpreendeu o dono de um aquário na cidade de East Norriton (Pensilvânia, Estados Unidos). Ela foi encontrada na natureza por um coletor de animais exóticos e parece ser um caso de "gêmeos siameses" entre répteis, com duas cabeças e quatro patas dianteiras.

O animal, apesar de saudável, provavelmente morreria em seu habitat natural, porque nada de forma estranha e viraria um alvo fácil para predadores, diz Jay Jacoby, gerente do Big Al's Aquarium Supercenter, em East Norriton. Ele disse que sua loja vai manter o animal em exposição para os visitantes.

O bicho tem apenas dois meses e possui só um par normal de patas traseiras, além de uma cauda única. Ainda não recebeu nome. A espécie pode viver entre 15 anos e 20 anos, segundo Jacoby.

sábado, 8 de novembro de 2008

Como se lê isso com sotaque? Acho que não.. Deve ser uma coisa do tipo "chaibil", eu acho...

Shoebill

O shoebill é uma espécie solitária, raramente achada em grupos. Muitas vezes podem ser vistos pares que pastam em territórios opostos, mas raramente são vistos juntos. Shoebills normalmente não emitem som, mas está sempre movimentando o bico, uma característica de comportamento das cegonhas. Ocorrem no leste-central da África; Sul do Sudão, Uganda, Tanzânia, Zâmbia.Habitam áreas de alagamento; pântanos de água doce, pântanos densos e grama. Alimenta-se principalmente de peixe como lungfish, tilapia, e bichirs. Também se alimentam de pequenos répteis como cobras d’ água, rãs, lagartos, e tartarugas pequenas. Eles podem ser achados em cima de árvores, mas normalmente é encontrado no chão próximo a água. Eles forrageiam em ambientes rasos, aquáticos, geralmente cercados por mato e grama. Se a água estiver muito funda, eles se levantarão em uma plataforma flutuante de vegetação. Shoebills são muito dóceis e tolerantes com a presença humana. Vivem por até 30 anos em cativeiro. A época de criar é variável, mas geralmente está relacionado com o nível das águas locais. Os ninhos são construídos com cuidado e longe dos animais e outros Shoebills. Podem ser construídos em plataformas de vegetação flutuante, ou em ilhas. Shoebills geralmente se deitam entre um e três ovos, normalmente dois, a intervalos de até cinco dias. Geralmente só um ovo acabará sobrevivendo. Ovos medem 80-90 x 57-61 mm. A incubação dura aproximadamente 30 dias e é compartilhada por ambos os pais. Tornam-se mais independentes em torno de 95-105 dias. A maturidade sexual ocorre ao redor dos três anos, mas ainda é desconhecido. A espécie só foi descoberta no século 19 quando algumas peles foram trazidas para a Europa. Somente depois de anos é que foram vistos ao vivo pela comunidade científica. Porém, o pássaro era conhecido pelos egípcios antigos e árabes. Existem imagens egípcias que descrevem o Shoebill enquanto os árabes recorreram ao pássaro como Abu markup que significa a pessoa com um sapato. Se calcula que a população de Shoebills está entre 8.000 a 10.000. A população reduzida é devido à perda de hábitat para a agricultura, fogos, e colonização. A caça também contribui ao declínio da espécie. A reprodução na natureza é muito lenta e a reprodução em cativeiro é muito difícil.

Coala


Classificação:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Marsupialia
Ordem: Diprotodontia
Família: Phascolarctidae
Gênero: Phascolarctos
Espécie: P. cinereus

Informações e características:

· O Coala é um mamífero marsupial cujo habitat são as florestas das regiões nordeste e sudeste da Austrália.

· Este marsupial alimenta-se exclusivamente de folhas de eucalipto. Não bebem água, obtendo este líquido das folhas de eucalipto.

· A digestão da celulose, encontrada nas folhas de eucalipto, ocorre no intestino grosso do animal, através do processo de fermentação bacteriana.

· A pelagem dos coalas (densa e sedosa) apresenta-se nas cores cinza e branco. Possuem a cabeça de tamanho grande (em relação ao restante do corpo), olhos bem separados, nariz grosso e focinho curto.

· Os colas não vivem em abrigos. Estão sempre expostos aos fatores da natureza (sol, vento e a chuva).

· Dormem em média 14 horas por dia. As outras 10 horas passam comendo.

· Os movimentos dos coalas são lentos, assemelhando-se com os do bicho-preguiça.

· Não possuem cauda, utizando as garras para subirem nas árvores.

· A reprodução dos coalas ocorre em época específica (durante 4 meses do ano). Após a fecundação, a gestação da fêmea dura de 33 a 36 dias. Na maioria dos casos, nasce apenas um filhote, que é criado pela mãe, pois o pai se afasta e não acompanha o desenvolvimento do filhote. Este nasce com, aproximadamente, 500 gramas e 20 centímetros de altura.

· O principal predador dos coalas é uma espécie de cachorro selvagem, conhecido como canis dingo.

· Esta é uma espécie ameaçada de extinção, em função da caça e das queimadas de florestas.


Consideração Pessoal: Oh Bichinhooo Lindo meu Deus. c(:

Aquecimento global ameaça cangurus, diz estudo


Uma pesquisa feita na Austrália diz que o aumento na temperatura média em apenas dois graus poderá ter um efeito devastador para a população de cangurus, ícones da fauna do país.

Os pesquisadores da James Cook University se debruçaram por três anos em observações de campo e usaram modelos de cálculos em computadores, considerando as alterações de temperatura prováveis neste século, para prever o que acontecerá com quatro espécies de cangurus.

"Nosso estudo oferece evidências de que as alterações climáticas têm a capacidade de causar impactos de grande escala, bem como a possível extinção de uma espécie da família dos macropodidae (marsupiais, que incluem cangurus, wallabies e wallaroos) no norte da Austrália", afirmam os autores do estudo, Euan G. Ritchie e Elizabeth E. Bolitho.

Os maiores impactos do aquecimento global não atingirão os cangurus propriamente, mas seus habitats, colocando em risco a disponibilidade de água.

Habitat
De acordo com o estudo, um aumento de apenas 0,5º Celsius já será suficiente para diminuir a área onde vivem os cangurus. Se a temperatura média subir 2ºC poderá reduzir os campos em quase pela metade, 48%.

Em uma situação ainda mais dramática, um aumento de 6ºC será capaz de encolher as áreas em 96%. "Isso poderá resultar na fome e inibir a reprodução do animal, além de provocar a morte devido à desidratação das espécies que se movimentam menos entre os habitats", diz Ritchie.

Apesar dos cangurus terem mobilidade para deixar áreas mais afetadas pelas mudanças climáticas, a vegetação da qual se alimentam, não se adapta na mesma velocidade.

O antilopine wallaroo, um tipo de canguru mais adaptado para viver em climas úmidos e tropicais, seria a espécie mais ameaçada de extinção, segundo o estudo.

Os pesquisadores alertam que os cangurus são valiosos tanto para a economia, como para o ecoturismo e o comércio de carne na Austrália, além "de serem uma importante fonte de alimento para os povos aborígenes".

De acordo com modelos climáticos aceitos no meio científico, a temperatura no norte da Austrália deve subir 0,4 a 2ºC até 2030 e, entre 2 e 6ºC até 2070.

O estudo sobre as conseqüências do aquecimento global será publicado na edição de dezembro da revista Physiological and Biochemical Zoology.

Variação climática ameaça populações de lemingues



A variação climática ameaça a sobrevivência dos lemingues - pequenos roedores com cerca de 15 cm de comprimento - mais do que a suposta tendência da espécie ao suicídio, informam pesquisadores noruegueses em artigo publicado na revista científica Nature. As populações têm diminuído sinificativamente na região sul da Noruega devido à modificação freqüente - e até ao desaparecimento - da quantidade de neve considerada normal durante o inverno. As informações são do diário espanhol El Mundo.

A espécie é conhecida por cometer suicídios em massa saltando de penhascos, mas esta fama não passa de um mito. Na verdade, os animais acabam caindo das encostas empurrados, por acidente, por outros integrantes do bando nos períodos de migração. O pequeno roedor também é freqüentemente utilizado nos laboratórios como cobaia, substituindo o tradicional porquinho-da-índia.

Segundo os biólogos Nils Stenseth e Kyrre Kausrud, da Universidad de Oslo, que lideraram a pesquisa, a espécie tinha um aumento populacional a cada três ou cinco anos no passado. No entanto, o último grande aumento identificado aconteceu há 14 anos, em 1994. Os estudiosos suspeitam que o número deixou de crescer por causa do aquecimento global.

Para os cientistas, o aumento das temperaturas impede que os lemingues cavem buracos para se locomover entre a neve e o solo. Nas aberturas, eles se protegem de predadores e também encontram as plantas para se alimentar. Como há mais calor, a neve fica úmida na primavera e essas passagens não se formam. "O número de lemingues está caindo e as populações desaparecendo", afirmou Nils Stenseth.

Stenseth explicou que as migrações em massa realizadas para buscar alimentos, quando grandes grupos acabavam caindo ou se jogando na água atrás de comida, contribuíram para o surgimento do mito do 'suicídio massivo'. "Após um efetivo aumento populacional, a escassez de alimento fez com que os grupos competissem com agressividade pelo alimento. Este fator foi o que acabou reduzindo o número de lemingues", avaliou.

De acordo com o especialista, a variação climática se tornou ameaçadora para o futuro dos lemingues, mas por sorte, a espécie ainda está longe do risco de extinção.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O Macaco

Outros Vermes Répteis Protozoários Primatas Poriferos Peixes Moluscos Miriápodes mamífeors Insetos Felinos Fauna Brasil Equinodermos Crustáceos Celenterados Aves Aracnídeos Anfíbios Ameaçados Acrânios
Macaco Aranha

macaco-aranha pendurado na árvore

NOME VULGAR: Macaco-aranha
F
ILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Primatas
FAMILIA: Cebidae
SUBFAMÍLIA: Atelinae
NOME CIENTIFICO: Ateles geoffroyi
NOME EM INGLES: Spider Monkeys
OUTROS NOMES: coatá preto ou quatá
CARACTERÍSTICAS:
Comprimento:
Mede de 38.2 a 65 cm, com a cauda de 50.8 a 90 cm.
Cauda: preênsil.

Distribuição: Guianas, Amazonas

Habitat: Florestas tropicais chuvosas

Hábito: Diurno

Comportamento: Grupo de até 30 indivíduos

Longevidade: 33 anos

Maturidade: Fêmea - 4 anos, Macho - 5 anos

Época reprodutiva: Durante todo o ano

Nº de filhotes: 01

Nº de crias: 1 a cada 24 - 36 meses

Peso adulto: 6 a 8 Kg

Alimentação na natureza: Frutas, sementes, folhas, insetos e ovos

Alimentação em cativeiro: Frutas, verduras e ovos.
Periodo de gestacao; 226 a 232 dias

Filhote: Peso 340 g.

Predador Natural: Em primeiro lugar os carnívoros, como a onça; depois o homem, que está acabando com a floresta amazônica onde eles vivem.